Os Hinos à Noite, Novalis. Ed. Assírio & Alvim, 1998.
domingo, setembro 18
PURO PRAZER #159
Os Hinos à Noite, Novalis. Ed. Assírio & Alvim, 1998.
sábado, setembro 17
CHÁ DAS CINCO #72
Dentro de mim, Helena Almeida
Esta obra faz parte da Colecção de Arte da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (que ao longo de quase vinte anos foi constituindo um acervo que conta com cerca de 950 obras representativas de áreas da criação artística portuguesa, como desenho, pintura, escultura, gravura, fotografia, vídeo e instalação) que poderá estar em exposição no ano de 2010 na Região como um dos contributos da
para a

sexta-feira, setembro 16
CHÁ QUENTE #103
“Venho abismado de Lisboa. Ouvindo gritar em Alcântara, antes de se por em movimento a multidão
- A Belém! A Belém!
e depois
- Ainda é cedo! Ainda é cedo!
Acerquei-me de um dos indivíduos que soltaram este segundo grito e perguntei-lhe, para entrar no conhecimento do que se tratava, fingindo que era daqui, porque não havíamos de ir já. Respondeu-me que era caso muito grave e que só se justificava completamente se em 5 de Outubro o velho não saísse.
- Mas se sair havemos de poupá-lo.
- Certamente. Acabará os seus dias sob o peso apenas do desprezo público, e nós ficaremos dispensados dum espectáculo semelhante ao do conde de Basto em Coimbra…
O conde de Basto foi arrastado e desfeito nas calçadas de Coimbra, pelos liberais triunfantes. Parece que o povo tem compreendido que a origem do seu mal-estar social e político é o Presidente da República.
É pavoroso!”
Carta anónima a Manuel de Arriaga, In Correspondência Política de Manuel de Arriaga. Livros Horizonte, 2004.
(...já que tanto gostam de homenagear o homem ao menos que tirem lições do seu tempo!)
quinta-feira, setembro 15
CHÁ QUENTE #102
Na verdade, existe hoje um relativo consenso sobre os principais problemas do poder local. A lista é longa, mas entre eles contam-se seguramente os seguintes: défice de renovação política no mundo autárquico, de que os "dinossauros" são a face mais visível; incongruência crescente do sistema de governo, entre o modelo de órgãos colegiais previstos na Constituição e o crescente presidencialismo do poder local; a excessiva dependência de recursos financeiros do Orçamento do Estado, conjugada com um défice de responsabilidade financeira das autarquias e a demasiada importância do sector imobiliário como fonte de receitas municipais; a ineficiência dos mecanismos de controlo endógeno e exógeno do poder local, dada a ineficácia das assembleias locais, a falta de meios de escrutínio popular externo e a impotência dos meios de tutela estadual; a relativa opacidade e falta de critérios da administração municipal em várias áreas, designadamente no recrutamento de pessoal, nos contratos de aquisição de bens e serviços, nos licenciamentos, no apoio a particulares e a iniciativas privadas; a referida promiscuidade com os interesses imobiliários; a proliferação de entidades de administração indirecta, como empresas municipais e fundações municipais, que tornam a gestão municipal mais imune ao escrutínio público.
Não admira, por tudo isto, que a reforma do poder local esteja na agenda política pública desde há vários anos, especialmente centrada sobre os temas mais visíveis, como a limitação do número de mandatos, a reforma do sistema de governo e a revisão das finanças locais. Mas, bem vistas as coisas, tudo ou quase tudo no regime do poder local carece de revisão mais ou menos profunda, desde o regime de criação e extinção de autarquias até à tutela governamental, desde os serviços municipais até ao regime das empresas públicas municipais..."
In O poder local como problema, por Vital Moreira
(...leitura ideal após visionamento de debates autárquicos na rtp-a)
CHÁ COM TORRADAS #92
quarta-feira, setembro 14
CHÁ QUENTE #101 (Act.)
Esclareço que o que está aqui em causa não é a contratação pelo Governo, já desmentida, mas a disponibilidade do Sr. Vitorino para ganhar «uns cobres» com uma empresa pública portuguesa, tipo «não perguntes o que podes fazer pelo teu país mas que o teu país pode fazer por ti»...
É d'HOMEM #48
Agradeço que publique esta carta, pois tenho esperanças de que a lendo, a Senhora Vereadora da Cultura da Câmara de Angra, Dra. Luísa Brasil, tenha o bom senso de rever urgentemente, a sua política de animação da Cidade, pois neste momento somos obrigados a viver no meio de uma discoteca até altas horas da madrugada (...)"
In QUEM NOS PROTEJE DA CÂMARA DE ANGRA???? por Maria Flores
(um alerta importante para a actual, e certamente futura, vereadora da cultura de Angra, para o qual procurarei contribuir, havendo tempo, nos próximos dias)
terça-feira, setembro 13
CHÁ COM TORRADAS #91
domingo, setembro 11
CHÁ DAS CINCO #70
CHÁ COM TORRADAS #90
El Gobierno salda la Conferencia de Presidentes con un "pacto político" que materializará el Consejo de Política Fiscal
La conclusión más importante de la cumbre es la aportación del Gobierno a las autonomías para la sanidad de 1.677 millones de euros más en los Presupuestos del Estado -el PP reclamaba 1.800 millones-; otros 1.365 millones de euros por anticipo de tesorería, y la posibilidad de lograr otros 1.838 millones de euros si las autonomías deciden subir los impuestos de la gasolina y la electricidad, cuya capacidad normativa les ha aumentado el Gobierno (...) Los nuevos fondos son: plan de calidad e igualdad (50 millones); fondo de cohesión sanitaria (45 millones); insularidad (55 millones); asistencia a residentes europeos (200 millones); accidentes laborales no cubiertos por mutuas (100 millones); fondo presupuestario de garantía sanitaria (500 millones); ingresos por tributos del Estado sobre alcoholes y tabacos (227 millones).
sábado, setembro 10
CHÁ QUENTE #100
Águas agitadas
No pedaço de Atlântico que envolve a ilha do Pico, nos Açores, os problemas dos homens não parecem, para já, afectar a vida nos mares. O que alguns se perguntam é: até quando?
(Parece-me que esta reportagem está uma grande salgalhada: são ambientelistas ou falsos ambientalistas? Uma equipa de reportagem da SIC vir aos Açores de propósito para isto, faz-me lembrar aquela outra dos bifes de golfinho, anda aqui gato escondido com rabo de fora...)
sexta-feira, setembro 9
CHÁ DAS CINCO #69
"Hay base para poder establecer en el Estatuto alguna fórmula que diga que todo lo que hace referencia a la regulación de nuestra hacienda sólo esté sujeta a la Constitución (...) y que no sea objeto de modificación, limitación o recortada por parte de las leyes estatales". Saura, por su parte, apostilló: "Queremos incorporar el blindaje para evitar que el Estado pueda tomar decisiones de forma unilateral que modifiquen la financiación de Cataluña".
"no todo se agota en el Estatut" y consiste en que determinadas competencias que no puedan entrar en el Estatut, ya sea en virtud de su encaje constitucional o su contradicción con leyes estatales, se consigan a posteriori mediante las oportunas reformas de leyes orgánicas del Estado e incluso de la Constitución. Esas reformas deberían ser promovidas desde el Parlament y ser sometidas a la aprobación de las Cortes.
CHÁ QUENTE #99
Existem lógicas ligadas à motorização da nossa vida económica que fomentam este tipo de assimetrias, mas não é por isso que deixa de ser importante reagir a essas lógicas, aproveitando o que elas têm de positivo, mas corrigindo o que nelas há de negativo, em vez de as potenciar, agravando os seus efeitos nefastos."
Fundos de coesão, por Paulo Casaca
(... um óptimo artigo com uma excelente ideia, a ler com atenção)
quinta-feira, setembro 8
CHÁ QUENTE #98
“Factos – Quem delega as competências é o governo da República. Não acha que deveria ser ele a dar as verbas necessárias?
Berta Cabral – Então o governo regional e o da república que se entendam nesse sentido. Ambos têm a sua autonomia financeira, o governo regional é que arrecada as suas receitas próprias geradas na Região e os municípios, como são dos Açores, também devem ter uma quota-parte das receitas para exercer essas competências…”
(devemos agradecer penhoradamente à Sra. Cabral por mais este «marco autonómico» que nos deixa?)
quarta-feira, setembro 7
CHÁ QUENTE #97
Para quê? Foi esta a minha primeira reacção. Para quê marcar uma conferência de imprensa para fazer queixas da Sra. Cabral? Para quê fazer tanto alarde de uma questão que merece uma linha de um comunicado e respectiva queixa para a entidade fiscalizadora. Para quê? Para quê o adjectivo estafado das «catacumbas» sem mais explicações? Para quê fazer o que todos sempre fazem?
Percebo a necessidade de marcar terreno mediático, percebo que a candidatura precise demonstrar dinâmica junto do eleitorado urbano, mas não entendo esta opção pela via mais fácil, principalmente, depois de 2 semanas de árduo trabalho no sentido de credibilizar o projecto mostrando empenhamento e ideias na volta pelas freguesias rurais.
Dá-lhes a volta Zé. Dá-lhes a volta com as ideias, com a diferenças mas sobretudo com as explicações, os porquês e os porque não. Dá-lhes a volta Zé, mostrando que os projectos emblemáticos são miragens. Diz porquê, diz como farias diferente e de novo diz porquê. Dá-lhes a volta Zé, mostra como a edil numa entrevista de 4 páginas tenta justificar o injustificável e reincide em declarações de lesa autonomia, como a áurea de competência tem brechas, como se trilham os terrenos da especulação imobiliária e como se monta um sistema de sociedades anónimas. Dá-lhes a volta Zé, mostrando que a geração dos 20 aos 40 que te apoia não tem «o pé a fugir para o chinelo», que não se limita a criticar por criticar, nem a adjectivar sem sustentabilidade, nem gosta da trica nem do boato nem da via mais fácil. Dá-lhes a volta Zé, mostra que há um projecto geracional, porque senão seremos todos iguais e 30 anos de Autonomia não serviram para nada…
CHÁ COM TORRADAS #89
"Veintiún artículos del Estatuto detallan el sistema de financiación de la Generalitat y de los municipios de Cataluña. En ellos se reconoce la capacidad normativa del Gobierno autónomo en la imposición de tributos y su participación sobre todos los impuestos que el Estado recauda en Cataluña.
(...)
La Agencia Tributaria de Cataluña será la encargada de recaudar todos los impuestos.
(...)
Un porcentaje de los rendimientos de los impuestos que recaudará Cataluña se cederán al Estado para financiar los servicios que presta y las competencias que mantiene."
terça-feira, setembro 6
PURO PRAZER #156
Metropolis sempre em frente
A entrada para a central de camionagem de Metropolis
A corrida aos bailes de Metropolis
O parque urbano de Metropolis
O culto religioso em Metropolis
A princesa de Metropolis
O tempo a passar em Metropolis
(...estranho sonho, a preto e branco, para uma noite de Verão...)
CHÁ QUENTE #96
“seria uma verdadeira injustiça se Berta Cabral e o PSD não ganhassem Ponta Delgada”.
E a Sra. Cabral:
“alguns adversários, que num afã mediático apenas têm críticas para fazer e que parece que descobriram Ponta Delgada há uma semana” ou “uns apresentam-se a eleições dizendo lugares-comuns, que revelem o grau de desconhecimento que têm do concelho, muito embora detenham responsabilidades políticas regionais ou mesmo autárquicas em Ponta Delgada e outros apenas se candidatam por imperativo partidário, sem esperança, nem vontade”.
CHÁ QUENTE #95
Entretanto, a não perder:
Causas da decadência da Democracia Portuguesa IV – 1974-2005, por Carlos F. Afonso
domingo, setembro 4
CHÁ QUENTE #94 (Act.)
(via Rocha dos Bordões podemos constatar o «bom serviço» que o Presidente da Câmara Municipal das Lajes das Flores tem prestado ao desenvolvimento regional)
ADENDA: Ainda sobre este assunto, tendo em conta o que o Nelson Fraga nos trouxe nos comentários, sugiro o seguinte procedimento:
a) Deslocação à CMLajes das Flores para consulta do processo, fundados no artigo 110.º do DL n.º 555/99:
"Artigo 110.º
Direito à informação
1 - Qualquer interessado tem o direito de ser informado pela respectiva câmara municipal:
a) Sobre os instrumentos de desenvolvimento e planeamento territorial em vigor para determinada área do município, bem como das demais condições gerais a que devem obedecer as operações urbanísticas a que se refere o presente diploma;
b) Sobre o estado e andamento dos processos que lhes digam directamente respeito, com especificação dos actos já praticados e do respectivo conteúdo, e daqueles que ainda devam sê-lo, bem como dos prazos aplicáveis a estes últimos.
2 - As informações previstas no número anterior devem ser prestadas independentemente de despacho e no prazo de 10 dias.
3 - Os interessados têm o direito de consultar os processos que lhes digam directamente respeito, e de obter as certidões ou reproduções autenticadas dos documentos que os integram, mediante o pagamento das importâncias que forem devidas.
4 - O acesso aos processos e a passagem de certidões deve ser requerido por escrito e é facultado independentemente de despacho e no prazo de 10 dias a contar da data da apresentação do respectivo requerimento.
5 - A câmara municipal fixa, no mínimo, um dia por semana para que os serviços municipais competentes estejam especificadamente à disposição dos cidadãos para a apresentação de eventuais pedidos de esclarecimento ou de informação ou reclamações.
6 - Os direitos referidos nos n.os 1 e 3 são extensivos a quaisquer pessoas que provem ter interesse legítimo no conhecimento dos elementos que pretendem e ainda, para defesa de interesses difusos definidos na lei, quaisquer cidadãos no gozo dos seus direitos civis e políticos e as associações e fundações defensoras de tais interesses."
b) Quanto ao processo estaria particularmente atento:
1- ao parecer da Sec Reg Ambiente
2- ao parecer da comissão nacional do Domínio Público Marítimo
3- à deliberação camarária que não pode ter sido tomada com a presença do sr Presidente
c) Nada disto exclui uma eventual exposição devidamente assinada e detalhada a qualquer das seguintes entidades:
1- Secretaria Regional do Ambiente;
2- Inspecção Administrativa Regional;
3- Delegado do Provedor de Justiça nos Açores;
4- Ministério Público.
PS- nenhum dos concelhos das Flores possui PDM aprovado.
Florentinos agora é convosco!
PURO PRAZER #155
(então e hoje, blogolândia dos Açores, criticamos quem oferece a teta ou quem nela mama?)
sexta-feira, setembro 2
CHÁ DAS CINCO #68

O primeiro pensamento que me assaltou após visionar as imagens de devastação vindas dos EUA foi "Para além de oferecer a nossa imediata disponibilidade e solidariedade, como realmente podemos ajudar o país mais rico e desenvolvido do mundo?". Assistindo a algumas entrevistas a vários peritos americanos e da ONU, em canais internacionais, chego à seguinte conclusão: os EUA não precisam de água, nem de mantimentos, nem de vacinas, nem de voluntários, nem de equipas de peritos. Os EUA precisam de ... dinheiro para a reconstrução.
terça-feira, agosto 30
segunda-feira, agosto 29
CHÁ QUENTE #93
«Artigo 8.º
[...]
Durante o período da campanha eleitoral, os candidatos efectivos e os candidatos suplentes, no mínimo legal exigível, têm direito a dispensa do exercício das respectivas funções, sejam públicas ou privadas, contando esse tempo para todos os efeitos, incluindo o direito à retribuição, como tempo de serviço efectivo.»
Lei n.º 47/2005, de 29 de Agosto (Estabelece o regime de gestão limitada dos órgãos das autarquias locais e seus titulares)
Artigo 1.º
Objecto
1 - (...)
2 - Para efeitos da presente lei, considera-se período de gestão aquele que medeia entre a realização de eleições e a tomada de posse dos novos órgãos eleitos.
3 - (...)
Artigo 2.º
Âmbito
1 - No período a que se refere o n.º 1 do artigo anterior os órgãos das autarquias locais e os seus titulares, no âmbito das respectivas competências, sem prejuízo da prática de actos correntes e inadiáveis, ficam impedidos de deliberar ou decidir, designadamente, em relação às seguintes matérias:
a) Contratação de empréstimos;
b) Fixação de taxas, tarifas e preços;
c) Aquisição, alienação ou oneração de bens imóveis;
d) Posturas e regulamentos;
e) Quadros de pessoal;
f) Contratação de pessoal;
g) Criação e reorganização de serviços;
h) Nomeação de pessoal dirigente;
i) Nomeação ou exoneração de membros dos conselhos de administração dos serviços municipalizados e das empresas municipais;
j) Remuneração dos membros do conselho de administração dos serviços municipalizados;
m) Municipalização de serviços e criação de fundações e empresas,
n) Cooperação e apoio a entidades públicas ou privadas e apoio a actividades correntes e tradicionais;
o) Concessão de obras e serviços públicos;
p) Adjudicação de obras públicas e de aquisição de bens e serviços;
q) Aprovação e licenciamento de obras particulares e loteamentos;
r) Apoiar ou comparticipar, pelos meios adequados, no apoio a actividades de interesse da freguesia de natureza social, cultural, educativa, desportiva, recreativa ou outra;
s) Afectação ou desafectação de bens do domínio público municipal;
t) Deliberar sobre a criação dos conselhos municipais;
u) Autorizar os conselhos de administração dos serviços municipalizados a deliberar sobre a concessão de apoio financeiro, ou outro, a instituições legalmente constituídas;
v) Aprovar os projectos, programas de concurso, caderno de encargos e adjudicação.
2 - O decurso dos prazos legais, respeitantes às matérias previstas no número anterior, suspende-se durante o período a que se refere o artigo anterior.
(dois passos em frente, mas no país dos «chicos espertos», da falta de fiscalização e da irresponsabilidade alguém há-de conseguir dar a volta)
CHÁ DAS CINCO #67

Príncipe Baltazar Carlos em traje de caça, Velasquez
Pública – As novas gerações de políticos vão pelo mesmo caminho? Nas juventudes partidárias …
Maria de Fátima Bonifácio – Acho as juventudes partidárias uma coisa nociva. São estruturas onde os políticos adquirem todos os vícios. E incentivam os indivíduos a fazerem uma carreira política sem nunca terem tido uma profissão.
P. – Não deve haver profissionais da política?
M.F.B.- Sim, mas desde que partam para essa fase tendo a sua carreira profissional a que possam voltar. Acho mal que um indivíduo ingresse numa juventude partidária aos 17 ou 18 anos, aos 30 passe para o partido, dali a algum tempo chegue a secretário de Estado, eventualmente a ministro, sem nunca ter tido uma profissão. Eu se mandasse, acabava com as juventudes partidárias. Eu bem sei que são úteis aos partidos. Sai-lhes mais barato ao pô-las a colar cartazes, a arrebanhar para os comícios, do que se tivessem de pagar a uma empresa. Mas são um alfobre de vícios. Se eu mandasse, acabava com elas.
In Pública de 28 de Agosto.
domingo, agosto 28
PURO PRAZER #153

Gelado de Chá Verde
Ingredientes
5dl de natas frescas;
2 colheres de café de chá verde em pó;
4 colheres de sopa de açúcar;
1 dl de água.
Preparação
Numa caçarola ferva 1 dl de água com o açúcar e deixe cozinhar cerca de 5 minutos até engrossar o xarope.
(para quem entender que o seu Verão merece mais do que cerveja e tremoços)
É d'HOMEM #47
Que quede claro: para avanzar con todo el pueblo al lado. Dicen que sin que el pueblo se entere. Ya lo veremos. Puede que a algunos les agradaría que no se enterase. Pero se va a enterar, y tanto. Se está enterando.
Convencer o conllevarse, federalismo o nacionalismo, PASQUAL MARAGALL (Presidente de la Generalitat de Cataluña)
sábado, agosto 27
CHÁ DAS CINCO #66
Rencontres Musicales en Lorraine
(nova sugestão do Carlos)
.............................
Mission
The Public Art Fund is New York's leading presenter of artists' projects, new commissions, and exhibitions in public spaces. For over 25 years the Public Art Fund has been committed to working with emerging and established artists to produce innovative exhibitions of contemporary art for neighborhoods throughout New York City. By bringing artworks outside the traditional context of museums and galleries, the Public Art Fund provides increased access to the art of our time -dismantling any barriers to the accessibility of contemporary art - and provides artists with a unique opportunity to expand their artistic practice.
The Public Art Fund is a non-profit organization supported in part with Public Funds from the New York State Council on the Arts, A State Agency, the City of New York Department of Cultural Affairs, and through generous contributions from individuals, foundations and corporations.
......................................
Contributos para:

sexta-feira, agosto 26
POST(AL) AUTONÓMICO #20
quinta-feira, agosto 25
CHÁ QUENTE #92

Não duvidamos que a «entourage» da candidatura de José San-Bento à Câmara de Ponta Delgada deve andar atarefada com a campanha, a logística e a promoção do candidato, o concelho é vasto, nem duvidamos sequer que, integrando pessoas de gabarito e jovens turcos cheios de garra, as ideias não deixem de ser mais que mil, pululando cheias de frenesim à espera do momento certo para serem tornadas públicas. Por isso até pode parecer um atrevimento dar um conselho a gente tão valorosa mas tenho a meu lado um livrinho azul com os seguintes dizeres na capa: «Ponta Delgada – programa eleitoral do partido socialista – O Concelho, a Cidade e o Futuro» e trata-se tão só do manifesto eleitoral da candidatura de Rui Bettencourt à Câmara em 2001. A verdade é que considero «Força Ponta Delgada» um excelente documento do ponto de vista da estratégia e do desenvolvimento integrado, tão bom que passados 4 anos continua válido na maioria das áreas. Assim, se tiverem tempo e paciência…
quarta-feira, agosto 24
CHÁ QUENTE #91

A revolta das bonecas, Eduardo Viana
Aproximando-se os actos eleitorais já nos habituaram os partidos a algumas das suas pequenas estratégias para fazer das fraquezas forças. É assim que há falta de soluções internas credíveis não faltarão destaques na comunicação social ao número de independentes e mulheres nas listas dos candidatos de Santa Maria ao Corvo. Contudo, se o povo é sereno não deve ser tido por tolo. Vem isto a propósito da apresentação da lista de candidatos do PSD à autarquia da Praia da Vitória (parece perseguição mas quem manda o homem falar todos os dias) em que o n.º 1 da lista fez questão de nos brindar com as seguintes pérolas:
"considera como o principal projecto da sua candidatura: Viver" e "considera “muito importante” de nas suas listas figurarem cinquenta por cento de homens e outro tanto de mulheres."
Se quanto à primeira estamos conversados, quanto à segunda, observando com atenção a lista apresentada, constatamos que nos cinco (!) primeiros lugares apenas há uma mulher, o que, após as eleições, fará a tal percentagem de 50% reduzir-se para metade ou menos.
CHÁ DAS CINCO #64
Turismo de Natureza, por Luis Anselmo
Arquipélago de nove ilhas e dezanove municípios, por Caetano Valadão Serpa
terça-feira, agosto 23
PURO PRAZER #151

Nostalghia
Eu abandono Roma
Os camponeses abandonam a terra
As andorinhas abandonam a minha aldeia
Os fiéis abandonam as igrejas
Os moleiros abandonam os moinhos
Os montanheses abandonam os montes
A graça de Deus abandona os homens
Alguém abandona tudo
Tonino Guerra, O livro das igrejas abandonadas. Ed. Assírio & Alvim, 1997
segunda-feira, agosto 22
CHÁ DAS CINCO #62
(Dionísio de Sousa faz um AVISO À NAVEGAÇÃO)
POST(AL) AUTONÓMICO #19
domingo, agosto 21
CHÁ QUENTE #90
A este valor soma-se o Imposto de Valor Acrescentado (IVA) , a 15 por cento, pelo que a subida global ascende a 16,6 por cento.
(...é caso para dizer: vão mas é roubar para a estrada!)
sábado, agosto 20
CHÁ DAS CINCO #61
(Ou seja, dois projectos estruturantes para o concelho, uma praça de touros e umas piscinas «borbulhantes» ao lado da única praia da ilha sendo o projecto da autoria do próprio mandatário da candidatura. Da aplicação das energias alternativas (Hidrogénio) para promover o bem estar dos cidadãos da Praia da Vitória, nem uma palavra. Esta já dá luta ao teleférico da Rocha da Relva e ao Aquário de Vila Franca. Viva o poder local!)
CHÁ COM TORRADAS #88

Um Festival Internacional

Um Centro no Festival
......................................
Contributos para:

sexta-feira, agosto 19
CHÁ QUENTE #89

Museu de Arte Contemporânea da Bienal de Cerveira
Centro de Artes e Congressos da Calheta - "Casa das Mudas"
......................................
Contributos para:
quinta-feira, agosto 18
CHÁ DAS CINCO #60
Casal de turistas britânico adopta cão de S. Miguel: o casal quando passava férias em S. Miguel, encontrou um cão que passou a acompanhá-los permanente. Por uma questão de carinho começaram a alimentá-lo, e depois, decidiram adoptá-lo
(Is this silly enough?)
terça-feira, agosto 16
CHÁ QUENTE #88
Afinal o que é preciso é ter uma lista!
segunda-feira, agosto 15
É d'HOMEM #46
R. Es falta de madurez. Esa copla de la unidad de España, del peligro de ruptura, la oímos desde hace 20 años. ¿Qué fue el franquismo? Pues una invocación permanente a la unidad de España. Han de empezar a acostumbrarse al debate.
Entrevista a Joan Puigcercós (Secretário-geral de Esquerra Republicana de Catalunya)
PURO PRAZER #149

“… Os doutos mestres-escolas e preceptores estão de acordo em que as crianças não sabem porque é que querem; mas custa a acreditar que também os adultos andem a cambalear por este mundo fora como crianças, não sabendo, tal como elas, donde vêm e para onde vão, tão-pouco agindo segundo objectivos verdadeiros, e deixando-se governar com biscoitos, bolos e vergastadas – custa a acreditar, mas creio que é palpável…”
Obras escolhidas de Goethe, A Paixão do Jovem Werther. Ed. Relógio d’Água, 1998.
domingo, agosto 14
CHÁ COM TORRADAS #87
Janelas Altas III, no Diário Insular ou n' O Bule do Chá.
sábado, agosto 13
sexta-feira, agosto 12
quinta-feira, agosto 11
PURO PRAZER #147

Resistir, Ernesto Sabato
"Há dias em que me levanto com uma esperança demencial, momentos em que sinto que as possibilidades de uma vida mais humana estão ao alcance das nossas mãos. Hoje é um desses dias.
Então, pus-me a escrever quase às cegas, de madrugada, com urgência, como quem sai à rua a pedir ajuda perante uma ameaça de incêndio, ou como um barco que, prestes a desaparecer, lançasse um último e fervoroso sinal a um porto que sabe próximo mas ensurdecido pelo ruído da cidade e pela quantidade de letreiros que lhe turvam o olhar.
Peço-vos que nos detenhamos a pensar na grandeza a que ainda podemos aspirar se nos atrevermos a valorizar a vida de outra forma. Peço-nos essa coragem que nos situa na verdadeira dimensão do homem. Todos, mais do que uma vez, nos vergamos. Mas há algo que não falha, é a convicção de que unicamente os valores espirituais nos podem salvar deste terramoto que ameaça a condição humana."
(Um Prémio Cervantes logo ali na Livraria Gil)
CHÁ COM TORRADAS #86 (Act.)
Talvez isto ajude alguns «noticiaristas» mais distraídos! Esclareço, também, porque parece que quem de direito, mais uma vez, não se deu a esse trabalho, que quem pediu a apreciação de constitucionalidade foi o Sr. Ministro da República.










